Da Sala de Aula Para Os Hospitais de Brasília
Publicado por estudiosas em Novembro 21, 2008
Pioneira no curso de enfermagem no DF, a Faculdade JK se esforça para garantir a formação de profissionais que façam a diferença no mercado de trabalho.
Por: Cecília Nunes, Isabela Martins e Fábio Guedes.
A Faculdade JK foi uma das primeiras instituições de privadas a oferecer curso superior de enfermagem no Distrito Federal. Como qualquer outra área de especialização, o curso requer conhecimentos peculiares e profissionais competentes capazes de realizar um bom trabalho, visando à ética e a responsabilidade. A recente parceria com a Anhaguera visa ampliar ainda mais essa qualificação da graduação, que é oferecida desde 1999 e já formou 12 turmas
Uma preocupação entre os alunos do curso é a colocação no mercado de trabalho. A aluna do 7° semestre, Nayara Natyla Gomes, ressalta que é preciso uma boa profissionalização para garantir o primeiro emprego, na qual teoria e prática tenham o mesmo peso. “Até o 3° semestre foi 100% teoria a prática começou a partir do 4° e assim foi dividido, 50% teoria e 50% prática. Nos últimos semestres funcionam com matérias subseqüentes,” explicou a aluna preocupada.
Muitas vagas surgem no mercado de trabalho e poucos profissionais conseguem preenchê-las. “Só a graduação não é suficiente para garantir uma vaga, tem que estudar bastante”, desabafa Alessandra Ester Lourenço, estudante do primeiro semestre. O professor de metodologia Misael Ribeiro concorda que é preciso especialização. “Oportunidade tem muita faltam pessoas competentes para preencher as vagas”, declara Misael.
O estágio é importante para a formação do bom profissional. “O JK tem convênio com a Secretária de Saúde do Distrito Federal, onde o aluno faz o estágio prático”, garante Erlila Rodrigues dos Santos que coordena o curso de enfermagem desde o ano 2000. Para a coordenadora uma boa formação faz a diferença. “Temos a preocupação de procurar fazer o melhor, porque existe o preconceito de que escola privada é pagou passou”, diz a coor-
denadora orgulhosa.
A atual estrutura da faculdade ainda não está da maneira que todos desejam. Alessandra Ester acha que realmente precisa melhorar. “Só não estou 100% satisfeita porque os laboratórios são ruins”, desabafa a aluna. A coordenadora concorda que os laboratórios não são suficientes para todas as turmas, mas diz que a nova direção está comprometida com as melhorias. ”eles dizem também que financeiramente têm condições de melhorar”, con-
clui Erlita.